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Autor Júnior Barbosa Data 16/02/2021 15:13

São Paulo/Barueri quer fazer bonito diante do Sesi Vôlei Bauru


Foto: Igor Amorim/saopaulofc.net


São Paulo/Barueri e Sesi Vôlei Bauru, que se enfrentam nesta terça-feira (16), vêm de derrotas na rodada anterior, mas incomodaram seus respectivos adversários, Dentil/Praia Clube e Itambé/Minas, que são o vice-líder e o líder da temporada 2020/21 da Superliga. A partida, adiada da quarta rodada, começa às 19h e terá transmissão ao vivo pelo SporTV. Bauru perdeu para o Minas por 3 a 1, com 26 a 24 no último set. Já o Tricolor foi superado pela equipe de Uberlândia por 3 a 0, mas o segundo set, que terminou em 35 a 33, foi o mais disputado de toda a competição.

No primeiro turno, jogando em Barueri, as duas equipes fizeram um jogo muito parelho, com vitória de Bauru por 3 a 2. Segundo a levantadora Jacke, uma das atletas do São Paulo que mais cresceram na Superliga, a tendência é a de termos mais um partidaço. “O jogo do primeiro turno contra a equipe de Bauru foi bastante equilibrado. Acredito que essa partida, nesta terça-feira, possa ser tão disputada quanto e até melhor do que a primeira, pois as duas equipes desde o primeiro jogo até aqui evoluíram bastante, em todos os sentidos. Estamos estudando e treinando muito para jogar da maneira correta”.

A líbero Nyeme, vice-líder nas estatísticas de recepção da Superliga, diz que o São Paulo reúne totais condições de equilibrar o jogo, desde que tenha disciplina tática. “Se jogarmos com alegria, soltas, e cumprindo todas as instruções táticas, não tenho dúvida de que será um jogo equilibrado”.

Para tentar superar Bauru, o São Paulo terá que caprichar no saque para dificultar o trabalho da levantadora Dani Lins. Isso porque, na ótica de Jacke, a equipe do interior paulista tem um ataque pra lá de indigesto. “O ponto forte de Bauru com certeza é o ataque. Jogadoras como Polina, Tifanny, Dobriana, Adenízia e outras trazem um peso grande nesse fundamento”.

Quanto ao aspecto individual, Jacke está empenhada em cumprir as determinações do técnico José Roberto Guimarães. “Tenho evoluído a cada dia, a cada jogo, mas creio que a evolução maior tem sido principalmente a compreensão do jogo em relação ao que o técnico pede. Levantador não é uma posição fácil e ter frieza em muitos momentos para decidir para onde levantar e em que momento é o mais importante. Estou aprendendo muito sobre isso todos os dias. Sou uma jogadora baixa para os padrões, então preciso compensar em todos os outros fundamentos, como por exemplo saque e defesa, o que estou buscando aprimorar todos os dias”, diz Jacke, que já anotou cinco pontos em aces no campeonato e quatro em bloqueios, apesar de medir apenas 1,70m.

 

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